quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006




Direção: David J. Burke
Roteiro: David J. Burke
Elenco:
  • Morgan Freeman .... Ashford
  • Kevin Spacey .... Wallace
  • Justin Timberlake .... Pollack
  • LL Cool J .... Deed
  • Dylan McDermott .... Lazerov
  • John Heard .... Tilman
  • Cary Elwes .... Reigert
  • Roselyn Sanchez .... Maria
  • Damien Wayans .... Isiaha
  • Garfield Wilson .... Rook
  • Marco Sanchez .... Reyes
  • Darryl Quon .... Wu
  • Andrew Jackson .... Ives
  • Timothy Paul Perez .... Butler
  • Piper Perabo .... Willow
Sinopse: Edison é uma metrópole que aparenta oferecer crescimento a todos. Nela vive Josh Pollack (Justin Timberlake), um ambicioso jornalista que está iniciando sua carreira como repórter investigativo em um pequeno jornal comunitário. Após descobrir fraudes na polícia local, Pollack manifesta desejo de publicar a história mas enfrenta a relutância de seu chefe, Moses Ashford (Morgan Freeman). O alvo de Pollack é a FRAT, a maior unidade de polícia da cidade, que age no combate ao tráfico de drogas. Sem ter como sustentar sua história, Pollack é demitido. Entretanto ele não desiste de investigar sua descoberta, contando com a ajuda de Wallace (Kevin Spacey), um investigador da promotoria.

 Legenda: Que!?? Não, não... Não era eu no filme, era, tipo eu...


Comentários: Uma decepção, um filme que tinha tudo para entrar na lista dos melhores filmes a respeito de corrupção policial, ao lado de "Dia de Treinamento", "Sérpico" e outros poucos... Não aproveitou a chance e virou mais um filminho, com o agravante das cenas finais a lá robocop, rambo, e outros filmes do karateca C. Norris... Até surgiram umas reviravoltas interessantes maaaaaaaaaaaaaaas não foram bem aproveitadas!!

Realmente uma pena e realmente não imagino o que o maravilhoso elenco tinha na cabeça p/aceitar fazer esse filme... Realmente não aconselho!! Esse filme foi uma desilusão! Quem realmente quiser se aventurar no tema "corrupção policial" sugiro os filmes citados acima.

Até a próxima (mesmo que distante)

 Legenda: Continua andando, talvez um dia eles 
                 esqueçam que fizemos esta porcaria...

sábado, 17 de setembro de 2005

Coluna: Machadadas
Autor: Ribas Machado


 

Resumo:

Buscando aventura e diversão, dois amigos universitários Paxton e Josh colocam o pé na estrada em uma mochilada pela Europa. Pelo caminho conhecem um novo amigo, Oli, um islandês que a eles se junta e os leva a seguir para o que seria o "paraíso dos mochileiros americanos", ou seja, um determinado e afastado albergue (hostel), cheio de mulheres do Leste Europeu desesperadas por jovens estudantes norte americanos. Os dois amigos chegam e rapidamente se apaixonam pelas belezas exóticas das dadivosas Natalya e Svetlana com quem passam a interagir e, após uma noitada, tem início toda uma série de situações que vão se desenrolando de forma cada vez mais sinistra, levando o espectador  para os locais mais escuros e mais doentios da natureza humana. Tudo devidamente acobertado por uma vasta rede de corrupção do governo pós-comunista.

 
Curiosidades?

  • O interior do matadouro foi filmado em uma ala (de um hospital psiquiátrico em funcionamento, construído em Praga, em 1910) que tinha sido fechada há mais de 50 anos. O porão era tão assustador que Eli Roth teve um quarteto de cordas, durante as filmagens, tocando música clássica para torná-lo mais aconchegante; 
  • Eli Roth contratou crianças de rua, reais, para criar aquela gang, que ainda me tira o sono;
  • Eli Roth pediu perdão ao Presidente da Islândia por mostrar islandeses como sendo maníacos sexuais, bêbados e com péssimo caráter (contam que o presidente riu e deu a Roth o perdão, dizendo que esta imagem representava um lado de islandeses nunca antes mostrado nos filmes);
  • Roth também fez um pedido formal de desculpas ao ministro islandês da Cultura, por todos os danos que o filme "O Albergue (2005)" poderia causar à reputação turística da Islândia;
  • Mais de 150 litros de sangue foram utilizados na realização do filme, quase três vezes a quantidade usada no primeiro filme de Eli Roth "Cabana do Inferno" (2002);
  • Quando Paxton, Josh e Oli chegam ao albergue, o pessoal da pousada está assistindo a um filme na TV. Este filme é "Pulp Fiction: Tempo de Violência" (1994) de Quentin Tarantino que, não por acaso era um dos produtores de "Hostel");
  • Na versão sem cortes do filme, a palavra "fuck" é falada 128 vezes;
  • Eli Roth queria fazer a estreia mundial do filme no "Islândia Film Festival" de 2005. Durante o festival, Roth e Quentin Tarantino ganharam o título de Vikings honorários em Viking Village, e em uma cerimônia organizada por Eythor Gudjonsson, ganharam o nome islandês de Eli Sheldonsson (Roth) e é Quentin Conniesson (Tarantino); 
  • O filme ainda teve mais duas "continuações" uma em 2007 e outra em 2011;
  • O filme além de fazer referência a vários outros filmes, principalmente de terror como "A Mansão do Pesadelo" (1973), "O Homem de Palha" (1973), "O Massacre da Serra Elétrica" (1974), "O Iluminado" (1980), e até "O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel" (2001), acaba também sendo uma grande fonte de inspiração, citação e lembranças para vários outros filmes e seriados que vieram a seguir, incluindo, logicamente as duas "continuações" uma em 2007 e outra em 2011, que foram feitas.


Impressões:



Quem me conhece, sabe que eu não gosto da pseudo genialidade doentia do QT...
Quem me conhece, sabe que eu achei ridícula a sequência Tarantínica do episódio duplo, final, da quinta temporada de CSI - Las Vegas. Me refiro àquela sequência (repito) ridícula na sala de autópsia(ou, para quem preferir, necrópsia)...
Mas, tá bom!! Eu assumo que gostei desse filme!

Definitivamente é um filme PERTURBADOR!!
Eu até...
  • Poderia citar falhas;
  • Poderia comentar da história (espero que totalmente surreal);
  • Poderia dizer (e estaria falando sério) que não pretendo, nunca, contrariar crianças do Leste Europeu;
  • Poderia dizer que gostei muito do Elenco feminino;
  • Poderia dizer que aquela música assobiada é um porre;
  • Poderia dizer que fiquei feliz de só ver um dedo de Tarantino, na "homenagem" feita ao filme "Pulp Fiction".
Poderia enfim dizer muitas coisas mas, embora eu aconselhe MUITO este filme (para quem tem estômago), só irei repetir que é...
PERTUBADOR




Ficha Técnica:
  • Titulo Original - Hostel
  • País - Estados Unidos
  • Direção -  Eli Roth
  • Produção Executiva -  Quentin Tarantino 
  • Roteiro -  Eli Roth
  • Gênero - Terror
  • Site Oficial -  http://www.hostelfilm.com/
  • Estréia - 17 de setembro de 2005 (Toronto International Film Festival)
  • Duração -  95 min
  • Elenco (principal):

    Jay Hernandez- Paxton
    Derek Richardson- Josh
    Eythor Gudjonson- Óli
    Barbara Nedeljakova- Natalya
    Jan Vlasák- O empresário alemão
    Jana Kaberabkova- Svetlana
    Jennifer Lim- Kana
    Keiko Seiko Yuki
    Lubomir Bukovy- Alex
    Jana Havlickova- Vala



E...
Até a próxima!



segunda-feira, 4 de julho de 2005

Coluna: Machadadas
Autor: Ribas Machado



Resumo


Noriko Shimabara é uma garota normal de 17 anos, cuja família é composta por sua irmã mais nova Yuka, seu pai Tetsuzo, e sua mãe Taeko. Noriko não podia deixar de se sentir insatisfeita com sua vida suburbana sem graça. Um dia, ela descobre um fórum na internet onde adolescentes de todo o Japão se reúnem. Lá, Noriko, pela primeira vez em sua vida, sente que está sendo aceita e compreendida pelos outros. Noriko, então, foge de casa para procurar seus amigos em Tóquio.



Lá chegando, ela conhece a figura central por trás do site que usava o nickname de "Ueno54"  que se apresenta com o nome de Kumiko. Junto, e por causa de Kumiko, Noriko torna-se membro do estranho "Círculo de família", um grupo que oferece o serviço famílias de aluguel. No "Círculo de família", os membros são enviados para  pessoas solitárias e, com elas, por um tempo definido, conforme o negociado, passam a representar o papel de filhos, netos, esposas, maridos... 


Yuka, também foge de casa se juntando a Noriko o que acaba desencadeando o suicídio de sua mãe e o início de uma uma busca (por elas) desesperada da parte de seu pai, daí em diante somos jogados, durante 5 capítulos e mais de duas horas e meia de filme, para dentro do dia a dia da relação entre as 3 meninas e tudo que acontece ao redor...


Curiosidades

  • Mitsuko, o nome que Noriko assume, é o nome de um dos principais personagens do primeiro filme (Suicide Circle);
  • O cartaz no quarto das meninas é da banda Desert (banda pop, de ficção, que intermediava as cenas de Suicide Circle). O cartaz anuncia a canção "Write Once", que foi a canção que a banda Desert tocou nos créditos finais do filme;
  • Os eventos que acontecem neste filme tem lugar antes, durante e após os acontecimentos ocorridos em de Suicide Circle (2001), e buscam (na minha opinião sem sucesso) ajudar a mostrar os bastidores de tudo o que aconteceu naquele filme;
  • Segundo consta, este foi o segundo filme da trilogia planejada pelo escritor/diretor.

Impressões


Um filme chato e longo que, embora cite acontecimentos do "primeiro" filme (Suicide Circle), está longe de ser uma continuação, até pq, mais confunde do que explica os acontecimentos suicidas. O mais justo seria dizer que é um filme que faz uma referência, uma homenagem, uma citação ao anterior mas, nunca, uma continuação e (ou) um filme que veio explicar algo... Só aí já se coloca como propaganda enganosa e destrói qualquer expectativa que levou o espectador a aguentar o papo cansativo e contínuo jogado por duas horas e meia bem enfadonhas.


Para não dizer que não tem nenhuma ligação com o "primeiro" filme, este, possui algumas cenas copiadas e coladas aqui e, tal e qual ocorre lá, também temos mais uma propaganda enganosa, qual seja, a oferta nos trailers, nas propagandas e nas sinopses de uma super trama que, na prática/realidade, se mostra bastante rasa e, como sempre ocorre com filmes/diretores cultuados, faz/abre (muito) espaço para que os fãs (abarrotados de expectativas) saiam do filme misturando realidade (o filme) com ficção (suas expectativas) e, por consolo psicológico, acabem criando em suas mentes um filme que não existiu. Tomem cuidado com estes delírios, tomem cuidado com uma supervalorização destes dois filmes "sequenciais", ou não reclamem (nem tentem se matar de tédio) depois...


Vale citar também um ponto interessante/curioso a respeito da cultura oriental ou, seria melhor dizer,  do dia a dia no Japão atual, qual seja, esta mania, esta necessidade de relações humanas de aluguel. Tá, ok, confesso que não pesquisei a fundo pra saber se existe este lance de famílias de aluguel (e também não vou pesquisar, pois estou com preguiça) mas, seja como for, é fato que o autor que pensou nisso é japonês, é fato que no Japão o filme fez muito sucesso (vai entender...) e é fato (este comprovado e pesquisado) que por lá (Japão) existem (alguns) "Maid Cafés" onde os clientes podem pagar para uma das Maids ("garçonetes") cantar com eles, sentar na mesa com eles e até dar uma volta a pé pelo bairro. Se isto não bastasse é sabido e conhecido a paixão que (muitos) orientais tem por prostitutas... Enfim, isto, esta cutucada, esta "colocada para pensar", faz o filme valer (um pouco) a pena...


Ficha técnica

  • Direção - Sion Sono
  • Produção - Takeshi Suzuki
  • Roteiro - Sion Sono
  • Musica - Tomoki Hasegawa
  • Distribuição - Eleven Arts     
  • Estreia - 04 julho de 2005 no "Karlovy Vary International Film Festival"
  • Duração - 159 minutes
  • Idioma - Japones
  • Elenco -
          Kazue Fukiishi - Noriko Shimabara/Mitsuko
          Ken Mitsuishi - Tetsuzo Shimabara
          Yuriko Yoshitaka - Yuka Shimabara/Yôko
          Tsugumi - Kumiko/Ueno54
          Sanae Miyata - Taeko Shimabara
          Shirô Namiki - Ikeda
          Yôko Mitsuya - Tangerine
          Tamae Andô - Broken Dam
          Chihiro Abe - Long Neck
          Hanako Onuki - Midnight
          Naoko Watanabe - Cripple
          Usamaru Furuya - Homem no café


Até a próxima!



























sexta-feira, 4 de março de 2005

Colunas: Machadadas
Autor: Ribas Machado





Bom, antes de mais nada (e depois do que está em cima, ok...), vale dizer que hoje é 07 de junho de 2016, dias atrás resolvi começar a escrever aqui no O.I. (também) sobre seriados, não sei se vocês já repararam... Esta é uma paixão MUITO antiga minha, já tive um blog (um dos primeiros) a respeito do tema, assisto vários até hoje e, sempre que posso interajo de alguma forma com esse mundo...

Mas... pq é que fiz essa introdução afinal? Fiz, pq da mesma forma que postei sobre Galáctica (1978, 1979 e 1980) usando a data de lançamento original, estou postando sobre este desafio/gincana que a FOX (sim a FOX) em parceria com a agência Espalhe de marketing de guerrilha, fizeram, nos dias 03 e 04 de março de 2005, para lançar (no Brasil) a nova temporada da série 24 horas, ou seja, usarei aqui, não a data de hoje mas, sim, a data que o evento ocorreu...

Ok! Combinados?

Então Borandar!!



Vocês leram que eu disse que  "sempre que posso interajo de alguma forma com esse mundo", pois é, nesse desafio não foi diferente...

Assim que eu soube da ideia inédita...


 Corri para achar mais detalhes e me inscrever...


Achei o site http://www.24halerta.com.br/ (hoje fora do ar, mas ele -site- ainda aparece no WAYBACKMACHINE), me inscrevi e comecei a entender como tudo iria rolar e o que eu teria que fazer para tentar ganhar um dos 5 iPods e 15 kits Victorinox personalizados da série 24 Horas (preciso achar meu kit, o iPod era básico, vendi, mas... sem spoller!! Sem contar, antes da hora, que eu ganhei!! hehe).   


Basicamente, por 24 horas, direto, pistas seriam lançadas pelo site e por uma rádio (participante) e nós "agentes" individualmente ou em grupos (era livre) saíamos pela cidade de São Paulo buscando (com as pistas) os códigos (24 ao todo) que tinham que ser lançados na página e quanto mais rápido fossem achados e registrados, tais códigos, mais pontos cada um recebia...

Não achem que era fácil, pois não era não... Os códigos surgiam nos lugares e momentos mais improváveis, como se pode ver um pouco abaixo...








E quando eu falo por São Paulo, eu falo de regiões distintas e distantes (Pacaembu até Pinheiros, passando por Paulista e por aí vai...). Vale lembrar também que estávamos em 2005, ou seja, sem as facilidades de comunicação de hoje em dia...

Entenderam né?
Na dúvida, seguem abaixo as regras que me foram dadas...




Bem bacana né?

Ah! O Recrutamento, citado acima, não vingou...

Até começou valendo mas o hotsite tinha um bug (que descobrimos -eu e minha equipe, sim, montamos uma equipe-) e após reclamação e comprovação, durante o jogo, a organização desconsiderou os pontos advindos do recrutamento...

Como podem ver, tiveram momentos de tensão também, além de inimigos maldosos e "hackers se aproveitando de bugs" hehehe

Outra forma de conhecer um pouco mais do que foi esse desafio batuta, é dar uma olhada no que a agência postou na época, pós desafio...


Foi uma experiência (literalmente) única, nunca mais soube de nada parecido, principalmente com toda a estrutura e grau de dificuldade envolvido...

Ainda bem que participei, alias...

Só de participar de algo que nos (fãs da série) levava (só um pouquinho) pra perto do dia a dia do Jack Bauer, tendo que solucionar uma questão em 24 horas contadas, já valeria muito a pena mas, além de participar, sem dormir, direto e reto, ainda GANHAR!! Isso foi supimpa!


E pra quem esta duvidando das minhas capacidades de Jack Bauer brasileiro hehehe, vejam a lista final dos agentes premiados...


E uma foto do dia da premiação (quando eu achar o Kit, posto foto aqui também...)


Já falei que foi algo muito bacana né?

Mas já falei que isso me rendeu uma entrevista sobre para o Jornal "O Globo"?

Pois é... Rendeu!

E, graças ao meu bom amigo Lestat Lopes (que é assinante do Jornal e me conseguiu a matéria nos arquivos do Jornal), segue abaixo a íntegra para quem quiser ver...

É isso aí...
Fica o registro dessa gincana/desafio tão batuta e única que a FOX fez em terras tupiniquins...
Fica o registro da seriedade que a empresa deu para a promoção da sua série (ao contrário de muitas campanhas promocionais que vemos hoje em dia)...

E...
Bom...
Agora fiquei com saudade de "24 horas" mas, ok, as últimas temporadas estavam bem fraquinhas. Qualquer dia, quem sabe, falo a respeito...

Até a próxima!!

E mais uma vez, obrigado Boneco comilão hehehe






segunda-feira, 29 de outubro de 2001

Coluna: Machadadas
Autor: Ribas Machado



Resumo


Após 54 meninas do ensino médio lançarem-se, de mãos dadas, felizes e cantando, sem nenhuma razão aparente, na frente de um trem do metrô de Tókio, dando início a este que parece ser apenas o começo de uma série de suicídios em todo o Japão, o detetive Kuroda (auxiliado pela Hacker "Morcego") tenta entender/investigar o que está acontecendo, investigação esta que não será tão simples como se poderia esperar, principalmente pq no desenrolar das investigações surge um  suposto "clube do suicídio", que estaria instigando jovens estudantes, entediados e cansados da rotina robotizada japonesa, a cometerem suicídio de modo a darem um sentido às suas vidas.



Curiosidades

  • O nome do grupo pop "Desert" recebeu grafias diferentes durante todo o filme, provavelmente de propósito, muito embora na verdade os símbolos signifiquem "sobremesa" e "deserto" no filme;
  • "Mail-me", a canção que pode ser ouvida em muitas das cenas do filme, é um cover feito pela banda "Desert", da música original de Haruko Momoi;
  • Reparem que (no melhor estilo dos filmes de kung fu antigos em que os cabos de aço acabavam visíveis nas cenas com golpes voadores) quando os alunos saltam para a morte, do telhado da escola, pode-se ver claramente a equipe de produção jogando baldes de sangue falso na janela;
  • O computador da personagem "Morcego" (Bat) é um Apple Macintosh PowerPC 5500/225, preto. Este modelo já foi descontinuado em 1998.
  • Suicide Clube, faz referências aos filmes "The Rocky Horror Picture Show" (1975), "Uzumaki" (2000);
  • E é reverenciado por filmes como "O Albergue" (2005) e "Nova Dubai" (2014).
  • Possuiu uma versão sem cortes onde algumas cenas são mais longas e com a violência mais detalhada;
  • Em 2006, Sono disse: "Eu sempre quis fazer uma trilogia, mas na realidade é muito difícil." (ainda bem!!)
  • Teve uma versão feita em mangá, escrito por Usamaru Furuya, versão esta que apareceu ao mesmo tempo de lançamento do DVD japonês, mas que trazia uma historia um pouco mais linear e com pequenas mudanças no enredo.


Impressões


Não sei exatamente o pq, mas, ontem (originalmente publicado em 06/09/2007 no Blog: "Comentários em Série, com spoilers"), resolvi assistir esse filme oriental que além de, a princípio, ter uma história interessante, também prometia sérias criticas sociais ao Japão do século 21...

Tal filme, que teve em 2006 uma sequência chamada "Noriko's Dinner Table" (紀子の食卓, Noriko no Shokutaku), ganhou (não sei como, e também não irei fazer nenhuma releitura para tentar descobrir) o prêmio do júri, no "Fant-Asia Film Festival" 2003 e, até vale conhecer mas, é um pouco supervalorizado.

Lembro até que quando publiquei esta resenha em 2007, recebi um comentário raivoso de um fã chamado Gustavo, que dizia, no alto de seu vasto conhecimento oriental:
"Sem querer ofender, mas Jisatsu Saakuru (Suicide Circle) é um filme bem complexo, não é vendo como um brasileiro que você vai entender, tem que olhar pelo lado dos japoneses. Tem cenas fortes, muito fortes, e mexe com uma ferida aberta dos orientais, pois no Japão se cometem muitos suicídios e o filme critica isso seriamente como se a mídia influenciasse tudo. Não é um filme perfeito, mas existem MILHARES de filmes muito piores do que esse, e é claro que opinião é opinião, respeito a sua, mas acho que não é um filme para pessoas que não gostam de pensar, é necessário usar a cabeça para descobrir as tramas, e se você não entendeu, é porque provavelmente gosta de filmes com efeitos especiais, ets, e mocinhos e mocinhas e blá blá blá."
E lembro que na época eu já pensava (e ainda penso) que é sempre perigoso defender filmes (como este) que são mais densos nas sinopses/trailers oficiais do que no enredo/no desenrolar do filme em si, pois, do contrário, geralmente criam-se expectativas na cabecinha dos fãs, que passam a inventar uma historia muito melhor do que a original, vindo a defender esta versão ficcional como se real fosse...

Mas, voltando... Este filme promete tecer criticas sociais à cultura japonesa no século 21.


O filme até começa bem, meio estranho é verdade, mas começa bem, e assim se segue até o segundo terço, quando, talvez por problema de orçamento, resolvem puxar uma solução mal explicada e terrivelmente mal criada e amarrada, para em seguida colocarem um clipe de uma girl band com meninas de 12 anos e meio, que cantam as tais "criticas sociais" e fim. 

Enfim, depois de ter conseguido ver até o final, eu conclui que, na verdade a grande causa dos suicídios, não era nem o tal "Gênesis e sua gang", nem as "crianças filósofas", nem mesmo o tédio da vida daqueles jovens mas, sim, o próprio filme, filme este que, TALVEZ, deva ser parte de um plano mirabolante dos organizadores do Clube/Círculo do Suicídio para fazer com que mais pessoas fiquem deprimidas e entediadas (após ver o filme) e,com isto, aumentem as suas (do Clube/Círculo) fileiras.


Ficha técnica

  • Direção: Sion Sono
  • Produção - Seiya Kawamata, Junichi Tanakagou e Toshiie Tomida
  • Roteiro: Sion Sono
  • Música - Tomoki Hasegawa
  • Fotografia: Kazuto Sato 
  • Distribuição - Eleven Arts     
  • Estreia - 29 outubro de 2001 no "Tokyo International Fantastic Film Festival"
  • Duração - 99 minutes
  • Idioma - Japones
  • Elenco -
          Ryo Ishibashi (Detetive Kuroda);
          Akaji Maro (Detetive Murata);
          Masatoshi Nagase (Detective Shibusawa);
          Saya Hagiwara (Mitsuko);
          Hideo Sako (Detetive Hagitani);
          Takashi Nomura (Segurança Jiro Suzuki);
          Tamao Satô (LINDA enfermeira Yoko Kawaguchi);
          Mai Hosho (Também LINDA enfermeira Sawada);
          Yoko Kamon (Koomori - A "Morcego"-);
          Rolly (Genesis)
          Kimiko Yo (Kiyomi Kuroda).

      E, bom, agora resta criar coragem para ver a continuação de 2005 (que, segundo levantei, retrata acontecimentos anteriores e posteriores ao filme original e dá uma melhor visão sobre vários buracos na trama de seu antecessor)  e, quem quiser, vale ver/rever o vídeo abaixo (batutinha) que contém SPOILERS E CENAS BEM FORTES (não digam que eu não avisei!!)...




      Até a próxima!


      domingo, 27 de janeiro de 1980

       Coluna: Machadadas
      Autor: Ribas Machado

        
       
      Gostaram das matérias sobre a série clássica? Pois é, em 1980 tentaram fazer uma “continuação” que não deu muito certo...

      Mas...Como sou/era/serei eternamente fã, assisti e, passo a comentar abaixo...

      Borandar!


       
      Episódio
      s02e01, s02e02 es02e03
      “Galactica Discovers Earth”
      27/01/80, 03/02/80 e 10/02/80


      Escrito por: Glen A. Larson
      Dirigido por: Sydney Hayers
      Elenco :
      • Richard Lynch como Xavier
      • Robert Reed como Dr. Mortinson
      • Pamela Susan Shoop como Carlyle
      • Sharon Acker como Anne
      • Richard Eastham como General Cushing
      • Fred Holliday como Brooks
      • Brion James como Willy
      • Mickey Jones como Donzo
      • Ted Gehring como Xerife
      • Adam Starr como Willy Griffin
      • Christopher Stone como Stockwell
      • Billy Jayne como Tucker
      • James R. Parkes como Walt Griffin


      Resumo:
      Trinta anos depois do início de sua jornada, a Galáctica finalmente encontra a Terra. Mas para decepção de todos, sua (povo da Terra) tecnologia não se compara à dos Cylons. Adama, então, envia representantes para o planeta buscando, secretamente, acelerar o desenvolvimento da Terra.

      Meus comentários e impressões:
      Pois bem, bastante interessante rever esta temporada, e (ou) esta mini série que, confesso, eu já apagado da memória, muitas coisas. 
       
      Quanto a este episódio inicial triplo, devo dizer que gostei muito de rever o Boomer, ou melhor, o Coronel Boomer. Gostei de ver que o Boxey cresceu e virou capitão. Achei graça no fato de eles terem escolhido um capitão e um tenente, que possuem semelhanças físicas e psicológicas com Apollo e Starbuck.

      Até certo ponto gostei do tal Doutor Zee. Gostei bastante do acréscimo da nossa repórter (que esta na foto acima) ao trio de protagonistas. Enfim, gostei de tudo isso (citado anteriormente) e de outras coisas, como a ideia inicial de, em função de terem encontrado uma Terra dos tempos atuais, precisarem arrumar formas de desenvolvê-la... 
       
      Mas me incomodou um pouco o jogo de viagens ao passado atrás do Comandante Xavier, isso meio que transformou (embora com ideias boas, e até uma justa razão para tanto...) Galáctica em "Túnel do Tempo", espero que nós próximos episódios (que infelizmente não foram muitos), a trama não siga por aí (na verdade eu sei o que aconteceu hehehhee, mas aguardem!!)



      Notas / curiosidades : 
       
      * Exibido em três partes.
      * Boxey, da série original, agora é um adulto e é chamado de Troy. Ele diz que Boxey era seu apelido quando criança, o que significa que seu nome sempre foi Troy.



      Episódio
      s02e04 e s02e05
      “The Super Scouts”
      16/03/80 e 23/03/80

      Escrito por: Glen A. Larson
      Dirigido por:Vince Edwards (Parte 1), Sigmund Neufeld Jr. (Parte 2)
      Elenco:
      • Alan Miller como Coronel Sydell
      • John Quade como Xerife Ellsworth
      • George Delhoyo como Dr. Spencer Mike Kellin como Stockton
      • Fred Holliday como Brooks
       

      Resumo :
      Quando os Cylons lançam um ataque surpresa sobre a frota, Adama ordena que Troy e Dillon levem as crianças para a Terra, visando a segurança delas. Contudo, algumas crianças ficam doentes pois uma indústria química está poluindo o suprimento de água de uma cidade (temas ambientais tocados em 1980).


       
      Meus comentários e impressões:
      Um episódio duplo que tem uma história bacaninha, alguns momentos de tensão legaizinhos para a época, que trata do, já naquela época, problema de poluição ambiental, mas que deixou um pouco a desejar e, de certa forma começa a mostrar porque esta versão não teve tantos episódios...

      Como ponto curioso, cito a visível mudança do Dr. Zee, ou é um erro muito grosseiro (bem pior do que os cabos que aparecem segurando os voos, e os problemas de dublês) ou quiseram mostrar que passou um bom tempo (anos) entre um episódio e outro (qualquer dia eu pesquiso, qual foi a desculpa).

      Como ponto alto, cito a homenagem feita ao seriado "Chips", homenagem feita através de uma cena de perseguição, em que são utilizados atores com grandes semelhanças e trejeitos iguais aos personagens/atores originais... GOSTEI!



      Episódio
      s02e06
      “Spaceball”
      30/03/80 

       
      Escrito por:Glen A. Larson, Jeff Freilich, Frank Lupo
      Dirigido por: Barry Crane
      Elenco :
      • Jeremy Brett como Xavier/Tenente Nash
      • Alan Miller como Coronel Sydell
      • Paul Koslo como Billy Ayers
      • Bert Rosario como Hal
      • Fred Holliday como Brooks


      Resumo :
      Enquanto Troy e Dillon continuam tentando impedir Xavier (zzzz) de alterar a história da Terra, as crianças da Galáctica vão para um campo de baseball onde Jamie está fazendo uma reportagem.


      Meus comentários e impressões:

      Gostei da história batutinha, deste episódio dispensável que, teve como algumas das poucas utilidades, mostrar que os "Galácticos" na figura de Xavier, tem a habilidade de mudar sua aparência, outro ponto (último) a se considerar, é a possível preparação para o encontro Coronel/Galáctica, afinal após o tiro que recebeu, necessitará de cuidados especializados...
      Que mais? Que mais? Huuuum, nada...



      Episódio
      s02e07 e s02e08
      “The Night the Cylons Landed, Part I&II”
      13/04/80 e 13/04/80
       
      Escrito por: Glen A. Larson
      Dirigido por: Sigmund Neufeld Jr.
      Elenco:
      • Wolfman Jack como ele mesmo
      • William Daniels como Norman
      • Lara Parker como Shirley
      • Peter Mark Richman como Coronel Briggs
      • Roger Davis como Andromus
      • Marj Dusay como Mildred
      • Val Bisoglio como Arnie
      • Bernie Hamilton como Policial
      • Rene Levant como Primeiro Oficial
      • Jed Mills como Cabbie (parte I)
      • Arthut Batanides como Cabbie (parte II)
      • Ken Lynch como Grover
      • John Widlock como Chuck
      • Dan Ferrone como Sargento da Polícia
      • Timothy O'Hagan como Kanon
      • Robert Lunny como Britton
      • Ed Griffith como Segundo Oficial
       
      Resumo:
      Neste episódio, descobrimos que oImpério Cylon construiu um novo tipo de Cylon, humanoide. E, quando um deles sobrevive a uma queda perto da cidade de Nova York, Troy e Dillon precisam ir atrás dele. Ainda perseguindo o Cylon humanoide, Troy e Dillon o seguem até uma estação de rádio, onde ele tenta fazer contato com uma Base Cylon.
      Meus comentários e impressões: 
       
      Ai, ai, ai, tá bom, tá bom, eu fiquei curioso em ver a segunda parte, eu considerei um episódio bem feitinho, eu gostei do show com o Hong Kong fu, urso do cabelo duro e cia, eu acho um baratinho a personagem da "escoteirinha" moreninha mas o papel do Adama está ridículo.

      Esta "série", definitivamente, está perdidinha!! Parece até que foram feitos 50 episódios e alguém de plantão escolheu aleatoriamente 10, afinal praticamente não existe uma linha mestra (além é claro, da estadia no Planeta Terra), seja como for (e eu sei que este texto está confuso), curti a ideia original dos Cylons feitos à imagem dos humanos (imagem, pois ainda são robôs, isso fica bem claro quando, nas cenas da queda da nave, aparece as costas arrebentadas do Cylon mais novo...

      Outros pontos interessantes, são a dupla de terroristas, que queriam levar o avião para Cuba, e o sumiço do oficial vitimizado no episódio passado que, sem mais nem menos sumiu em face de um novo coronel (vai entender...Vai ver ficou com vergonha de atuar nesta série tsc tsc). Bom, é isso... Já já acaba e assumo que deixará saudade, não como Galáctica... Mas, sim, como uma série qualquer que não embalou (como tantas outras...)


      Notas / curiosidades :

      * William Daniels fazia a voz do KITT na série Knight Rider (no Brasil, conhecida como A Supermáquina).
      * Este episódio introduz um Cylon humanóide, ponto importantíssimo na trama da nova versão de Battlestar Galáctica 2003.


       

      Episódio
      S02e09
      “Space Croppers”
      27/04/80

      Escrito por: Robert L. McCullough
      Dirigido por: Daniel Haller
      Elenco :
      • Ana Alicia como Gloria Alonzo
      • Ned Romero como Hector Alonzo
      • Anna Navarro como Louise Alonzo
      • Joaquin Garay III como Chris Alonzo
      • Booth Colman como Rogers
      • Dana Elcar como John Steadman
      • William Cort como Trent
      • Andy Jarrell como Maze
      • Dennis Haysbert como voz do Líder Imperial
      • Bill McKinney como Barrett
      Resumo:
      Troy e Dillon fazem uma parceria com um fazendeiro para produzir alimentos para a frota, depois que os Cylons destroem as naves agrícolas.
       

       
      Meus comentários e impressões:

      Um episódio tranquilinho, com um roteiro muito utilizado em filmes posteriores e, também anteriores, que tem como principal marca, o fato de dar a entender que o processo de colonização da Terra, havia começado. 
       
      É complicado ver este episódio mais de 20 anos depois e sabendo que foi o penúltimo, mas na época, se já tivessem as comunidades de orkut e os fóruns do yahoo hehehehe aposto que os fãs passariam a discutir a respeito do futuro da colonização da Terra. 
       
      Particularmente eu gostei do episódio, acho que foi por causa da musiquinha (a la noviça rebelde) dos escoteiros, ou talvez pela voz do "falecido" presidente Palmer... Seja como for, foi batutinha...


      Notas / curiosidades :
       
      * Dennis Haysbert é o David Palmer da série '24 Horas';
      * Dana Elcar era o Peter Thornton na série "MacGyver".



      Episódio
      s02e10
      “The Return of Starbuck”
      27/04/80
      Escrito por: Glen A. Larson
      Dirigido por : Ron Satloff
      Elenco:
      • Dirk Benedict como Starbuck
      • Judith Chapman como Angela
      • Rex Cutter como Cy

      Resumo : 
       
      Dr. Zee conta a Adama sobre um sonho em que ele vê Starbuck, que caiu em um planeta distante, se tornando amigo de um Centurião Cylon ferido e de uma misteriosa mulher alienígena que está grávida. Quando o menino nasce, Starbuck e Cy constroem uma pequena nave e o lançam ao espaço. Adama conta a Zee que ele chegou à frota em uma pequena nave, e sua identidade é revelada.
       

       
      Meus comentários e impressões:
      Curti bastante este episódio, primeiro por rever o Starbuck original, segundo por descobrir como ele se desgarrou da frota, e como surgiu o Dr. Zee (em suas "várias" formas). 
       
      A história também é bem legal (embora também utilizada em vários filmes e episódios de séries de lá p/cá...) e poderia muito bem ter sido a primeira da temporada e não a "última"... 
       
      Qualquer dia, prometo pesquisar mais detalhes a respeito do que aconteceu nessa temporada... Dos seus pqs e tudo o mais... E quando os tiver, trarei aqui para o site. 
       
      Realmente gostei deste episódio e, até dei boas risadas da relação Starbuck x Centurião...

      Mas...

      Acabou!!

      Até a próxima!!









       

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