Da série, "Recuperando o Passado", hoje (05 de junho de 2017), iremos lembrar de 15 de julho de 2012, quando, durante o 15º Festival do Japão, a partir das 17h00, no palco principal, as melhores duplas brasileiras do ano disputaram a grande final do World Cosplay Summit (etapa Brasil).
Duplas Finalistas:
Mauricio e Monica Somenzari (Final Fantasy)
Mariana e Maisa Queiroz Monteiro da Silva, as vencedoras da seletiva do Rio Anime Club, Rio de Janeiro (Dynasty Warriors: Strikeforce 2)
Rafael dos Santos Alves e Jhenne de Matos Nunes, campeões do Sana Fest, Fortaleza (Final Fantasy XIII-2).
Juno Cecílio e Jacqueline Nathaly, escolhidos no GameWorld, São Paulo (Super Mario Bros).
Fernando Henrique e Diego Pereira, vencedores do Anime Festival, Belo Horizonte (SoulCalibur III)
Juliana Alves e Paulo Gomes foram os vencedores da seletiva do Eu Anime RPG, Americana. (Trinity Blood).
Wolysson Hiyane e Juliana Maria Marques, campeões do Kodama, Brasília (Tsubasa Reservoir Chronicle).
Anderson Ponick e Priscila Brun, vencedores do Anime Yuu, Londrina (.hack//G.U. Trilogy)
Bruno Lorandi Pagno e Débora Guerra da Silva, vencedores do AnimeXtreme, Canoas (Tekken 6:Bloodline Rebellion)
Escritor está se divertindo com a adoção do símbolo
Se você está acompanhando as notícias sobre o movimento Occupy Wall Street, que se espalha por várias cidades do mundo, já deve saber que um dos símbolos do protesto é a máscara de Guy Fawkes - exatamente como criada por Alan Moore e David Lloyd em V de Vingança, clássica HQ de futuro distópico publicada nos anos 80. Desde o lançamento da adaptação para o cinema, em 2006, ativistas começaram a usar as máscaras em manifestações ou para esconder sua identidade (caso do grupo Anonymous, que atua principalmente via internet).
Moore já havia se pronunciado que estava contente em ver o símbolo que ajudou a criar se espalhando pelo mundo, e com o propósito que tem. Mas o jornal The Guardian ligou para o barbudo para saber mais do que ele pensa sobre a máscara hoje - que há poucos dias virou um pôster de Shepard Fairey, o artista que ficou famoso com cartazes para a campanha presidencial de Barack Obama, questionando se o presidente apoia o Occupy.
Diferente de Frank Miller, Moore sempre tendeu notoriamente para as políticas de esquerda, o que o torna simpático aos movimentos que vêm utilizando a máscara. "Acho que quando estava escrevendo V de Vingança, lá nas profundezas do meu eu, posso ter pensado: não seria ótimo se estas ideias tivessem algum impacto? Então quando você vê essa vã fantasia entrar no mundo real... É uma coisa peculiar. Parece que um personagem que criei há 30 anos deu um jeito de escapar da ficção." Moore disse que começou a ver a máscara sendo utilizada em protestos de rua em 2008, pelo grupo Anonymous. Na época, achou que ela era interessante para os manifestantes protegerem sua identidade contra a Igreja da Cientologia, "já que eles são conhecidos por processar todo mundo".
Mas atualmente pensa diferente: "Ela transforma os protestos em performances. A máscara é dramática; cria uma sensação de aventura. Manifestações, marchas, são coisas que podem ser bem cansativas, exaustivas. Desanimadoras, até. Precisam acontecer, mas isso não quer dizer que são divertidas - e deveriam ser. (...) [Com as máscaras,] parece que esse pessoal está se divertindo. E a mensagem que passam com isso é muito forte."
Quanto ao fato da máscara ser um produto licenciado da Warner Bros. - a corporação dona da DC Comics e que retém os direitos sobre V de Vingança, e que segundo o Guardian vende mais de 100 mil máscaras por ano -, Moore diz adorar a ironia. "É meio vergonhoso para uma corporação tirar lucro de protestos anti-corporativos. Não é uma coisa à qual eles gostariam de ser associados. Mas eles não são do tipo que negam dinheiro - vai contra o instinto deles. Vejo mais graça do que aborrecimento nisso."
Enquanto David Lloyd já participou de uma manifestação em Nova York para ver as máscaras que desenhou em uso, Moore diz que seria "meio estranho, não?" ele vestir uma máscara de V. Mas apoia os movimentos: "Provavelmente seria melhor as atuoridades aceitarem esta nova situação, que é a história acontecendo. A história acontece em ondas. Geralmente é melhor pegar a onda, não tentar fazer ela voltar. Espero que os líderes mundiais percebam."
(Texto original de Érico Assis, publicado em 28 de Novembro de 2011, no link: http://omelete.uol.com.br/quadrinhos/alan-moore-comenta-o-uso-das-mascaras-de-v-de-vinganca-em-protestos-pelo-mundo/#.VIEoOslU09s )
É, pois é... Enquanto o mundo tenta entender e se divide neste entendimento, parece que o Tio Frank já formou opinião... Senão, vejamos o que ele postou dia 07, no seu blog ( http://frankmillerink.com/ ):
ANARCHY
posted 11.7.2011
Everybody’s been too damn polite about this nonsense:
The “Occupy” movement, whether displaying itself on Wall Street or in the streets of Oakland (which has, with unspeakable cowardice, embraced it) is anything but an exercise of our blessed First Amendment. “Occupy” is nothing but a pack of louts, thieves, and rapists, an unruly mob, fed by Woodstock-era nostalgia and putrid false righteousness. These clowns can do nothing but harm America.
“Occupy” is nothing short of a clumsy, poorly-expressed attempt at anarchy, to the extent that the “movement” – HAH! Some “movement”, except if the word “bowel” is attached - is anything more than an ugly fashion statement by a bunch of iPhone, iPad wielding spoiled brats who should stop getting in the way of working people and find jobs for themselves.
This is no popular uprising. This is garbage. And goodness knows they’re spewing their garbage – both politically and physically – every which way they can find.
Wake up, pond scum. America is at war against a ruthless enemy.
Maybe, between bouts of self-pity and all the other tasty tidbits of narcissism you’ve been served up in your sheltered, comfy little worlds, you’ve heard terms like al-Qaeda and Islamicism.
And this enemy of mine — not of yours, apparently - must be getting a dark chuckle, if not an outright horselaugh - out of your vain, childish, self-destructive spectacle.
In the name of decency, go home to your parents, you losers. Go back to your mommas’ basements and play with your Lords Of Warcraft.
Or better yet, enlist for the real thing. Maybe our military could whip some of you into shape. They might not let you babies keep your iPhones, though. Try to soldier on.
Schmucks.
FM
Perai!! Ele disse isso mesmo:
"Occupy, nada mais é do que um bando de arruaceiros, ladrões e estupradores, uma multidão incontrolável alimentada pela nostalgia de Woodstock" ??
"crianças mimadas que devem, parar de ficar no caminho de pessoas que trabalham e, encontrar empregos para eles mesmos"
Tá na cara que o tio Frank tá precisando de holofotes, o triste de tudo isto reside justamente no fato do tio Frank ainda precisar de holofotes, mas... Deixa pra lá...
Fica o registro, registro este que me incomodou (pois até que gosto da obra do tio Frank que gosta da obra, do tio Murray N. Rothbard, "For a New Liberty - The Libertarian Manifesto"), mas, cada um dá o que tem né??
Tomara que o Tio Frank resolva ir pra rua para ter ideias menos higienizadas, afinal de contas, de longe tudo parece o que pensamos que deve parecer...
Pois é... Com um voto divergente, o Plenário do STF (com relatoria do Ministro Gilmar Mendes) decide pela a inconstitucionalidade da exigência de diploma para o exercício do Jornalismo.
Isso é bom? Isso é mau? Isso fará bem, fará mal? Não sei...
Supremo decide que é inconstitucional a exigência de diploma para o exercício do jornalismo
Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, que é inconstitucional a exigência do diploma de jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho como condição para o exercício da profissão de jornalista.
O entendimento foi de que o artigo 4º, inciso V, do Decreto-Lei 972/1969, baixado durante o regime militar, não foi recepcionado pela Constituição Federal (CF) de 1988 e que as exigências nele contidas ferem a liberdade de imprensa e contrariam o direito à livre manifestação do pensamento inscrita no artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica.
A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 511961, em que se discutiu a constitucionalidade da exigência do diploma de jornalismo e a obrigatoriedade de registro profissional para exercer a profissão de jornalista. A maioria, vencido o ministro Marco Aurélio, acompanhou o voto do presidente da Corte e relator do RE, ministro Gilmar Mendes, que votou pela inconstitucionalidade do dispositivo do DL 972. Para Gilmar Mendes, “o jornalismo e a liberdade de expressão são atividades que estão imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensados e tratados de forma separada”, disse. “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada”, afirmou o relator.
O RE foi interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que afirmou a necessidade do diploma, contrariando uma decisão da 16ª Vara Cível Federal em São Paulo, numa ação civil pública.
No RE, o Ministério Público e o Sertesp sustentam que o Decreto-Lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão – inclusive o diploma –, não foi recepcionado pela Constituição de 1988.
Além disso, o artigo 4º, que estabelece a obrigatoriedade de registro dos profissionais da imprensa no Ministério do Trabalho, teria sido revogado pelo artigo 13 da Convenção Americana de Direitos Humanos de 1969, mais conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica, ao qual o Brasil aderiu em 1992. Tal artigo garante a liberdade de pensamento e de expressão como direito fundamental do homem.
Advogados das partes
Essa posição foi reforçada, no julgamento de hoje, pela advogada do Sertesp, Taís Borja Gasparian, e pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza. A advogada sustentou que o DL 972/69 foi baixado durante o regime militar e teve como objetivo limitar a livre difusão de informações e manifestação do pensamento. Segundo ela, o jornalista apenas exerce uma técnica de assimilação e difusão de informações, que depende de formação cultural, retidão de caráter, ética e consideração com o público. Em apoio à mesma tese, o procurador-geral da República sustentou que a atual legislação contraria o artigo 5º, incisos IX e XIII, e o artigo 220 da Constituição Federal, que tratam da liberdade de manifestação do pensamento e da informação, bem como da liberdade de exercício da profissão.
O advogado João Roberto Piza Fontes, que subiu à tribuna em nome da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), advertiu que “o diploma não impede ninguém de escrever em jornal”. Segundo ele, a legislação dá espaço para os colaboradores com conhecimentos específicos em determinada matéria e, também, para os provisionados, autorizados a exercer o jornalismo onde não houver jornalista profissional formado nem faculdade de Comunicação.
Segundo ele, o RE é apenas uma defesa das grandes corporações e uma ameaça ao nível da informação, se o jornalismo vier a ser exercido por profissionais não qualificados, assim como um aviltamento da profissão, pois é uma ameaça à justa remuneração dos profissionais de nível superior que hoje estão na profissão.
Também em favor do diploma se manifestou o a advogada Grace Maria Mendonça, da Advocacia Geral da União (AGU). Ela questionou se alguém se entregaria na mão de um médico ou odontólogo, ou então de um piloto não formado. Segundo ela, não há nada no DL 972 que contrarie a Constituição Federal. Pelo contrário, ele estaria em plena consonância com a Carta.
Votos
Ao acompanhar o voto do relator, a ministra Cármen Lúcia disse que a CF de 1988 não recepcionou o DL 972. “Não há recepção nem material nem formal”, sustentou ela. Além disso, a ministra considerou que o inciso V do artigo 4º do DL contraria o artigo 13 do Pacto de San Jose da Costa Rica.
No mesmo sentido votou o ministro Ricardo Lewandowski. Segundo ele, “o jornalismo prescinde de diploma”. Só requer desses profissionais “uma sólida cultura, domínio do idioma, formação ética e fidelidade aos fatos”. Segundo ele, tanto o DL 972 quanto a já extinta – também por decisão do STF – Lei de Imprensa representavam “resquícios do regime de exceção, entulho do autoritarismo”, que tinham por objeto restringir informações dos profissionais que lhe faziam oposição.
Ao também votar pelo fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, o ministro Carlos Ayres Britto distinguiu entre “matérias nuclearmente de imprensa, como o direito à informação, criação, a liberdade de pensamento”, inscritos na CF, e direitos reflexamente de imprensa, que podem ser objeto de lei. Segundo ele, a exigência do diploma se enquadra na segunda categoria. “A exigência de diploma não salvaguarda a sociedade para justificar restrições desproporcionais ao exercício da liberdade jornalística”, afirmou.
Ele ponderou, no entanto, que o jornalismo continuará a ser exercido por aqueles que têm pendor para a profissão, sem as atuais restrições. Ao votar contra elas, citou os nomes de Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende, Manuel Bandeira, Armando Nogueira e outros como destacados jornalistas que não possuíam diploma específico.
Por seu turno, ao votar com o relator, o ministro Cezar Peluso observou que se para o exercício do jornalismo fossem necessárias qualificações como garantia contra danos e riscos à coletividade, uma aferição de conhecimentos suficientes de verdades científicas exigidas para a natureza do trabalho, ofício ou profissão, o diploma se justificaria. Entretanto, segundo ele, “não há, no jornalismo, nenhuma dessas verdades indispensáveis”, pois o curso de Comunicação Social não é uma garantia contra o mau exercício da profissão.
“Há riscos no jornalismo?”, questionou. “Sim, mas nenhum é atribuível ao desconhecimento de verdade científica que devesse governar a profissão”, respondeu, ele mesmo.
Ele concluiu dizendo que, “há séculos, o jornalismo sempre pôde ser bem exercido, independentemente de diploma”.
O ministro Eros Grau e a ministra Ellen Gracie acompanharam integralmente o voto do relator, ministro Gilmar Mendes.
Último a proferir seu voto no julgamento, o decano da Corte, ministro Celso de Mello, acompanhou o relator do recurso. O ministro fez uma análise histórica das constituições brasileiras desde o Império até os dias atuais, nas quais sempre foi ressaltada a questão do livre exercício da atividade profissional e acesso ao trabalho.
Ainda no contexto histórico, o ministro Celso de Mello salientou que não questionaria o que chamou de “origem espúria” do decreto-lei que passou a exigir o diploma ou o registro profissional para exercer a profissão de jornalista, uma vez que a norma foi editada durante o período da ditadura militar.
Para o ministro, a regra geral é a liberdade de ofício. Ele citou projetos de lei em tramitação no Congresso que tratam da regulamentação de diversas profissões, como modelo de passarela, design de interiores, detetives, babás e escritores. “Todas as profissões são dignas e nobres”, porém há uma Constituição da República a ser observada, afirmou.
Divergência
Ao abrir divergência e votar favoravelmente à obrigatoriedade do diploma de jornalista, o ministro Marco Aurélio ressaltou que a regra está em vigor há 40 anos e que, nesse período, a sociedade se organizou para dar cumprimento à norma, com a criação de muitas faculdades de nível superior de jornalismo no país. “E agora chegamos à conclusão de que passaremos a ter jornalistas de gradações diversas. Jornalistas com diploma de curso superior e jornalistas que terão, de regra, o nível médio e quem sabe até o nível apenas fundamental”, ponderou.
O ministro Marco Aurélio questionou se a regra da obrigatoriedade pode ser “rotulada como desproporcional, a ponto de se declarar incompatível” com regras constitucionais que preveem que nenhuma lei pode constituir embaraço à plena liberdade de expressão e que o exercício de qualquer profissão é livre.
“A resposta para mim é negativa. Penso que o jornalista deve ter uma formação básica, que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida dos cidadãos em geral. Ele deve contar com técnica para entrevista, para se reportar, para editar, para pesquisar o que deva estampar no veículo de comunicação”, disse o ministro.
“Não tenho como assentar que essa exigência, que agora será facultativa, frustando-se até mesmo inúmeras pessoas que acreditaram na ordem jurídica e se matricularam em faculdades, resulte em prejuízo à sociedade brasileira. Ao contrário, devo presumir o que normalmente ocorre e não o excepcional: que tendo o profissional um nível superior estará [ele] mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira”, concluiu o ministro Marco Aurélio.
Mas essa matéria é de 2015!!!!????? CALMA!! Este post/lembrança está sendo escrito/lembrado em 04/01/2015...
Dada a explicação acima, vale recomeçar contando que em 16 de outubro de 2008, após um período de quase um mês em greve, os grevistas, policiais civis, resolveram marchar até o Palácio dos Bandeirantes...
Eu já vinha "monitorando"/acompanhando/estudando esta greve quase que desde o começo, alias, saibam vcs que, por aqui passarem, eu, neste dia, acompanhei tudo, ao vivo, quase que desde o começo mas, infelizmente, na época, estava sem equipamento adequado então não trarei fotos e usarei vídeos de terceiros...
Pois bem...
A manifestação começou pacífica até que...
Aí tudo desandou como SEMPRE desanda quando o ESTADO solta os cães em manifestantes...
(E quando eu falo em cães, não me refiro de forma pejorativa, até pq amo animais, até mais do que amo muitos humanos... A comparação se deve a domesticação/treinamento/adestramento que ambos os seres vivos citados recebem fazendo com que uns domem a sua irracionalidade natural e outros adquiram uma irracionalidade mais segura -pois conforme o treinamento, na hora que vc pensa e discute uma ordem, vc passa a correr risco de vida e por em risco os que estão com vc-)
Antes de continuar, penso que vale corrigir/contar que, no vídeo acima, o "Civil" que subiu no carro, na verdade era um PM a paisana, mais especificamente o "Major Olímpio".
Explicado isto, vejam no vídeo abaixo, a razão do título escolhido nesta matéria...
Alias, diga-se, a razão DESTA MATÉRIA, qual seja:
"Aqui é tudo puliça, rapah!! Nóis num somu professor!!!"
Viram/ouviram?? Ok...
Vamos continuar indo para o último vídeo da trilogia... (foi duro reencontrar estes vídeos hoje - 04 jan 2015... Até os salvei, por segurança, no nosso canal -)
Mas, pois bem...
Repararam que no vídeo abaixo, dentre outras frases, temos a pérola:
"tem mais de 3000 homi armado aqui, bicho, ATÉ AS MUIÉ tão armada!!"
É...
Repararam no povo usando máscara/balaclava??
Repararam nas armas de fogo empunhadas??
Repararam no pensamento (infelizmente) adestrado e arrotado por ALGUNS destas categorias??
Repararam como até a Polícia Civil de Sampa (uma das melhores do Brasil e do mundo) age quando é reprimida pela PM??
Repararam nos machucados e no sangue??
Repararam no uso de viaturas e nas viaturas quebradas??
Imaginaram se não fossem Policiais Civis neste enfrentamento (ou em um enfrentamento igual e nas mesmas condições/proporções que este) mas qualquer outra categoria??
Pois é...
Tantas perguntas, tantas outras não feitas...
Aí, na véspera do início do novo ciclo de trabalhos do movimento Passe Livre, nós fazemos uma retrospectiva dos fatos e acontecimentos ocorridos desde junho de 2013 e lembramos que muitos Civis que estavam aí neste 16 de outubro, muitos Civis que não estavam mas torceram ou se horrorizaram de longe, muitos deles, enfim, em 2013 estavam ladeando, aceitando por no papel e dar guarida às histórias/lendas/abusos/distorções/mentiras/flagrantes forjados e outras coisas podres ordenadas por MAUS políticos e (ou) patrocinadas por MAUS militares, contra outras classes que, embora tenham cometido SIM alguns abusos, embora tenham usado máscaras, embora até tenham quebrado uma viatura ou outra, SÓ QUERIAM SE MANIFESTAR POR DIREITOS LEGÍTIMOS (sem uso de armas, viaturas e treinamento para combate...).
Fica pra pensar...
E, não, não acho que a Polícia Civil deveria se unir aos manifestantes e levar o caos para as ruas (embora todo movimento revolucionários, desde MUITO antes dos Zapatistas sonhe, idealize esta cena dos opressores baixando as armas e se unido aos oprimidos, mas), este não é o ponto, o ponto é que "pau que dá em Chico, também dá em Francisco", portanto o mínimo que a Civil deveria fazer (na humilde opinião deste blog) é ter coragem de deixar de ser MAIS UM cachorrinho de algum MAU governante e DIZER NÃO aos abusos, ilegalidades, crimes até, cometidos contra manifestantes e, quiçá, até repreendê-los com vigor (pois este é o seu papel constitucional...) Afinal, é como eu sempre digo Médico, Advogado, Policial, Fardado que comete crime, deixa de ser médico, advogado, policial, fardado que comete crime e passa a ser, simplesmente, como diria Forrest Gump, um criminoso... E quem se une a criminoso é cúmplice...
Até a próxima... E que comecem os jogos (estaremos lá OBSERVANDO)
No site oficial do filme (que eu aconselho muito a visita) descobrimos que em Hostel II, três jovens americanas estudantes de arte em Roma saem para uma viagem de fim de semana seguindo uma linda modelo que conheceram em um de suas aulas. No caminho para o destino exótico, a bela convida as garotas para acompanhá-la, assegurando que elas poderão relaxar e rejuvenescer. Irão as garotas encontrar o oasis que estão procurando? Ou se tornarão vítimas, joguetes nas mãos de pessoas doentes e desequilibradas que viajam secretamente pelo mundo em busca de novos prazeres?
Curiosidades
O personagem "Sra Bathory" (Monika Malácová) que se banha em sangue virgem é baseado em uma mulher real. Elizabeth Bathory foi a "Blood Countess" da Hungria que aterrorizou toda aquela região no final dos anos 1500 e início dos anos 1600, e possui a fama de ter matado mais de 600 jovens servas e camponeses ao longo de sua vida. A lenda é que ela se banhava no sangue de virgens, a fim de manter sua beleza;
Juntos, os dois filmes "Hostel" tiveram um custo total de 15 milhões de dólares e arrecadaram um total de US $ 115 milhões de dólares, em todo o mundo, tornando-se uma das franquias de terror mais rentáveis até então;
Por causa da quantidade excessiva de nudez feminina no primeiro filme, Eli Roth recebeu algumas críticas de fãs mulheres e, por isso, na primeira cena de nudez do segundo filme, ele fez questão de incluir uma breve cena de um homem totalmente nu;
A cabeça cortada de Eli Roth pode ser vista dentre outras que aparecem durante o filme. No entanto, a cabeça de Quentin Tarantino não está em nenhuma cena (Roth observa nos comentários do DVD que a pessoa que ele usou é muitas vezes confundida como Tarantino, mas não é ele);
Ruggero Deodato: o diretor do controverso filme de 1980 Holocausto Canibal (que eu já vi e um diga arrumo estômago para resenhá-lo) tem uma breve aparição como um personagem canibal no filme;
Quando Beth está na sala de Axelle e está olhando ao redor, pode-se ver Axelle em uma foto com Natalya e Svetlana, as duas meninas do primeiro Hostel (2005).
Impressões
Confesso que tenho medo de continuações, ainda mais quando de filmes que gostei, e conversando com um conhecido antes de assistir este filme até cheguei a comentar: "Vou assistir pois terei que fazer o trabalho sujo, já que comentei o primeiro...". Pois bem, assisti e conclui que estava totalmente enganado!! O filme é quase ótimo!!!
Eu já convidei vocês a visitar o site oficial do filme não é? Pois visitem e rodem por tudo lá, só o site já embrulha o estômago, além de mexer com o psicológico de forma absurdamente interessante... Feito tal convite, venho fazer mais um convite, hoje estou convidativo, qual seja, convido a visitarem aqui no O.I. mesmo, o comentário do primeiro filme... Visitaram? Passearam? Voltaram?
Pois bem... Hostel II... O que dizer de Hostel II?
Olhando o tópico antigo/aviso/desse filme, vocês deverão ter visto que Eli Roth pretendia mostrar que existe uma cadeia de lugares parecidos pelo mundo e que uma grande organização está por trás desses estabelecimentos de tortura (Ele conseguiu, de forma sutil e perturbadora, ele realmente conseguiu!!), ele dizia que a história seguiria exatamente do momento em que o anterior terminou, com o sobrevivente no interior do trem (Ele também fez isso, alias a jogada que ele criou p/fazer isso e ligar todos os pontos, foi GENIAL, caí feito um pato!!), e além desses pontos ele prometia um filme mais sombrio que o primeiro...
Sigo dessa última promessa para, inicialmente, dizer que ele também conseguiu isso, e mais, ele fez um filme que é sombrio, nem tanto pelo sangue e tal, mas principalmente pela possibilidade muito bem retratada de tudo aquilo existir!!!
Tempos atrás (muito tempo alias) eu estava vendo uma palestra do genial Zé do Caixão (sim, eu fiz isso) e, nela, Tio Mojica dizia que sangue e monstros americanos do tipo Jason, Fred e tal, não são terror de verdade, não aterrorizam de verdade, são mais fogos de artifcio, fru fru, do que terror de verdade, o Mestre ensinava que se o desejo é aterrorizar, basta usar bem a realidade, usar elementos, perversidades do dia dia normal, e ao que tudo indica Eli Roth deve pensar igual ou então (e eu não duvido, pois o Tio Mojica é cultuado no exterior) assistiu/ouviu o mesmo, afinal Hostel II, incomoda de verdade, faz você realmente acreditar que aquilo é possível, que aquilo existe e, de certa forma, pelo menos p/mim, me deixou com receio de brincar lá no site oficial...
Vários pontos, várias cenas, jogos de cenas, partes do roteiro, fotografia, análises psicológicas, poderiam ser citadas aqui e fariam o tópico enorme, porém tais textos e comentários estragariam a experiência de vocês, portanto vou parando aqui e termino, realmente aconselhando que (quem gosta do, e/ou aguenta, o gênero) ASSISTAM!! E, após assistir, REFLITAM a respeito!!
Ah! Eu continuo sem coragem de contrariar crianças do Leste Europeu!!
MEEEEEEEEEEEEEEEEDO!!!!
Ficha Técnica:
Título Original - Hostel - Part II
País - USA, República Tcheca, Italia, Islândia, Eslováquia
Direção - Eli Roth
Roteiro - Eli Roth
Produção - Chris Briggs, Mike Fleiss, Eli Roth
Música - Nathan Barr
Estreia - 07 junho 2007 (Eslováquia)
Duração - 94 min
Elenco -
Lauren German - Beth Roger Bart - Stuart Heather Matarazzo - Lorna Bijou Phillips - Whitney Richard Burgi - Todd Vera Jordanova - Axelle Jay Hernandez - Paxton Jordan Ladd - Stephanie Milan Knazko - Sasha Edwige Fenech - Art Class Professor Stanislav Ianevski - Miroslav Patrik Zigo - Bubblegum Gang Leader Zuzana Geislerová - Inya Ivan Furak - Big Guard Monika Malácová - Mrs. Bathory
Direção: David J. Burke Roteiro: David J. Burke Elenco:
Morgan Freeman .... Ashford
Kevin Spacey .... Wallace
Justin Timberlake .... Pollack
LL Cool J .... Deed
Dylan McDermott .... Lazerov
John Heard .... Tilman
Cary Elwes .... Reigert
Roselyn Sanchez .... Maria
Damien Wayans .... Isiaha
Garfield Wilson .... Rook
Marco Sanchez .... Reyes
Darryl Quon .... Wu
Andrew Jackson .... Ives
Timothy Paul Perez .... Butler
Piper Perabo .... Willow
Sinopse: Edison é uma metrópole que aparenta oferecer crescimento a todos. Nela vive Josh Pollack (Justin Timberlake), um ambicioso jornalista que está iniciando sua carreira como repórter investigativo em um pequeno jornal comunitário. Após descobrir fraudes na polícia local, Pollack manifesta desejo de publicar a história mas enfrenta a relutância de seu chefe, Moses Ashford (Morgan Freeman). O alvo de Pollack é a FRAT, a maior unidade de polícia da cidade, que age no combate ao tráfico de drogas. Sem ter como sustentar sua história, Pollack é demitido. Entretanto ele não desiste de investigar sua descoberta, contando com a ajuda de Wallace (Kevin Spacey), um investigador da promotoria.
Legenda: Que!?? Não, não... Não era eu no filme, era, tipo eu...
Comentários: Uma decepção, um filme que tinha tudo para entrar na lista dos melhores filmes a respeito de corrupção policial, ao lado de "Dia de Treinamento", "Sérpico" e outros poucos... Não aproveitou a chance e virou mais um filminho, com o agravante das cenas finais a lá robocop, rambo, e outros filmes do karateca C. Norris... Até surgiram umas reviravoltas interessantes maaaaaaaaaaaaaaas não foram bem aproveitadas!!
Realmente uma pena e realmente não imagino o que o maravilhoso elenco tinha na cabeça p/aceitar fazer esse filme... Realmente não aconselho!! Esse filme foi uma desilusão! Quem realmente quiser se aventurar no tema "corrupção policial" sugiro os filmes citados acima.