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sábado, 13 de junho de 2015

Texto e Imagens: Ribas Machado


É...
Pois é...
Tem momentos, tem atos, tem situações, manifestações que mexem com a gente de tal maneira que ficamos sem saber se, da experiência, saímos felizes, alegres, tristes, orgulhosos, respeitosos ou de várias outras formas quiçá ainda nem criadas/colocadas em palavras...

Ontem foi assim...

A propósito, para quem não sabe do que estou falando (e por não saber não pode ir), me refiro à


Sem dúvida um dos eventos mais emocionantes (sob vários aspectos) já acompanhados por nós, seja pelo texto da Maria Tereza Cruz


Pela direção de Luiz Henrique Dias...



Pela atuação dos dois acima e demais integrantes do elenco como, por exemplo o ator Jean Boechat


Pela intervenção inesperada (e monstruosamente forte) do amigo e guerreiro Sérgio Silva (faz tempo que eu não tinha uma lágrimas nos olhos, mas após a lágrima vertida pelo amigo, foi inevitável esse velho ranzinza ter que enxugar o rosto...)


Pelo fato da encenação se dar no local dos fatos ocorridos 2 anos atrás...


Pelas várias pessoas especiais da plateia...


E (só pra fechar a ideia, pois poderia ficar citando outros pontos, que engrandeceram o momento, por horas...) por tudo que o texto, o momento e estes dois anos trazem à memória quando são misturados e remexidos...

Foi realmente maravilhoso e inexplicável assistir a peça...









Na rua, ao ar livre, com todos os problemas técnicos que poderiam ocorrer (e ocorreram), pois, assim, ela foi ainda mais fiel à realidade dos fatos tão bem narrados e amarrados pelos cinco atores...
  • A consciência
  • Os Manifestantes
  • O Estado/Os Políticos
  • A Justiça
  • A Repressão
E por um texto repleto de simbolismo e emoção...


"Eu gosto de contemplar as caixinhas de ovos
Não sei se vocês já fizeram isso
São todos iguais, homogêneos, uniformes, parecem de uma mesma família, parecem um exército, um monte de CABECINHA (de ovo)... 
Pela lei universal, são todos iguais... 
Estão enfileirados, dispostos na caixinha, e formam um conjunto em harmonia, são todos iguais, dentro... 
É mole... 
O MIOLO é mole... 
A casca é frágil, quebra a qualquer pancada... 
Para oferecerem resistência, precisariam passar por um processo de cozimento, só assim, talvez se fortaleçam.... 
Na Orquestra é a mesma coisa, não tem diferença nenhuma... 
Mas há os que estão na mesma função há mais tempo, não pq são melhores, apenas cometeram, em outro tempo, os erros cometidos por aqueles que vem depois... 
São assim considerados músicos experientes, tudo na busca pela harmonia, tudo na busca pela perfeição... "


Foi um momento único, em um "palco" com decoração especial...



 Enfim, parabéns Cia do Ernesto!!


Vocês representaram em vários aspectos...


Palmas pra vocês!!



HOJE, o sorriso é permitido...


Mesmo que depois a "continência" seja lembrada...


Até a próxim...

Se bem que... Vamos ouvir um pouco do Sérgio Silva?

Borandar!!!


Agora sim...

Até a próxima!!


segunda-feira, 1 de junho de 2015

                                                                                                    
Neste final de semana mágico rolou pela décima segunda vez a Convenção de Bruxas e Magos organizada pela Casa de Bruxa.

Para quem ainda não conhece a Casa de Bruxa, ou Universidade Livre Holística é uma espaço de estudos de magia e principalmente de processos terapêuticos naturais. O local também promove palestras e eventos como esta convenção que ocorre todos os anos. Localizada em Santo André (ABC), a casa de bruxa é uma escola idealizada pela bruxa Tânia Gori, renomada autora, teóloga,estudiosa, professora de ocultismo e terapias holísticas.




Sobre o evento...

O tema foi voltado para as Bruxas nos Contos de Fadas e sobre a força de um desejo.


A Sexta-Feira (29.05) contou com uma programação noturna repleta de rituais como encontro com os elementais e sim, ritual para as solteiras! Segurem o Santo Antônio!

Além de é claro, uma tradicional procissão pela Floresta Encantada.



(Fotografia por BOL Imagens).

No sábado (30.05)  os bruxos já despertam com tudo em uma caminhada dedicada a Thor e Odin, em uma belíssima manhã ensolarada na misteriosa Paranapiacaba.

As estações de trem pela manhã já tinha os mais diversos públicos com os mais diversos símbolos, seguindo rumo a convenção.


E o dia segue com muitas programações ocorrendo simultaneamente, os salões do Teatro Lira, as Salas da Escola Estadual, os espaços abertos estavam tomados por chapéus pontudos, grandes mantos, vestidos celtas e sim, gnomos.

Nas salas da escola estadual rolava o III Encontro de Ufologia, palestras sobre Druídismo, Curas Terapêuticas, além de danças e Sessões de Aromaterapia.

Nos espaços abertos a magia fluía entre mãe terra e participantes dos rituais, rodas, cânticos, fogueiras e incensos foram acesos, mas o que mais flamejava era a energia e vibração de cada roda, todos se abraçavam ao final de cada ritual, todos enviavam ao universo pedidos, e boas energias ao mundo, todos sentiam as raízes da mãe terra entrelaçando seus sentimentos e emoções.

Nos grandes salões do clássico teatro Lira, eram diversas as cantorias e alegorias como peças. Além de algumas palestras.

E não foi só, o Xamanismo tomou conta do sábado em seus diversos rituais.

Nos espaços para comércios, a diversidade de acessórios e cores era infindável. Eram tantos aromas, tantas técnicas terapêuticas, estátuas, acessórios para rituais, quadros, bijuterias, pedras, ervas, adornos, roupas, que tornou-se até difícil em qual luz olhar. E, claro, onde gastar! Afinal todos trabalhos eram notavelmente e meticulosamente elaborados de forma artesanal.

Ainda nos espaços de comércios podia-se consultar oráculos e realizar limpezas e rituais de cura xamânicos.
E para não perder a tradição! A divina bebida de Dionísio ou Baco se preferir, sim, um casal vendia um tipo de vinho artesanal digno de um gole no Monte Olimpo! 

E as meditações, apresentações deram sequência também na Pousada Shamballah. 

O sábado também foi tomado pela magia dos seres elementais, como dragões, fadas, gnomos, duendes e tantos outros seres de natureza que influenciam em nossas vidas.

Interessante destacar que rolou até palestra de Alquimia Sexual, e um carrinho que vendia Brownie das bruxas! A criatividade brilhou e agitou a pacata Paranapiacaba.

E o sábado se encerra até com "ritual vampírico"!

O dia foi preenchido por atividades em todos os cantos, despertando curiosidade para quem não conhecia e para quem já conhecia, foi pura magia, auto-descobrimento, boas energias, diversão, limpeza da alma, ensinamentos e conexão com os deuses que regiam esse clima sensacional, como se uma nuvem mística abraçasse a Paranapiacaba.






E no Domingo (31.05)  a Magia continua!

A manhã já chuvosa se inicia com outra trilha, dessa vez dedicada a Freya, e na sequencia iniciam-se os rituais druídicos, para o deus Apolo, atração dos dragões, Fraternidade Branca e tantos outros que abriram o Domingo com diversas fadinhas e elementos da natureza.

O dia continua com inovações, recebendo algumas atrações pela primeira vez, como alguns xamãs e dois palestrantes sobre magia egípcia, sim... Aquela onde tudo começou, porém pouco recordada. 


E nada de esquecer dos verdinhos de outro planeta, eles permaneceram firmes e fortes nas palestras que rolavam por diversas salas da Escola Estadual. Um dos temas mais interessantes foi: Manipulação humana por ETs e o Governo Oculto. E aí alguma teoria?

Os atendimentos de reikes, aromaterapia, massagem craniana e tantas outras técnicas naturais aconteciam em longos períodos disponíveis para todos.

Mas o período da tarde, foi o melhor, se não um dos melhores momentos, quando o grande salão do teatro Lira ganhou vida com Xamãs e suas danças e cânticos. O salão vibrava com as batidas dos pés e vozes elevadas mandando boas energias ao universo, os ancestrais comemoravam com cada um de nós, e as mãos dadas em círculo emanava vida e celebração.

Mas não terminou aí não... O Xamã Joel Urso repetiu a dose, com a sessão de entrando em sintonia com seu animal do poder. E de repente eram tambores, meditações, ervas (sálvia branca), e cada um com seu animal interior, descobrindo-o, conversando, sentindo, pedindo, criando os laços invisíveis entre seu animal e seu espírito. O ritual já havia sido realizado pelo druída Marcos Reis no sábado, porém para um público menor.

No Domingo com o Xamã Joel, o público era maior, e logo o salão tornou-se uma floresta. 

Sensações incríveis para um dia incrível, que só quem esteve presente pode sentir e pode crer nas forças da natureza.


Na sequencia, houve a surpresa da convenção!! Um casal que havia se conhecido em uma outra convenção realizou sua cerimônia de casamento celta! Com todas as tradições a sacerdotisa proferiu as palavras sagradas, fez a reverência aos 4 elementos, além das vestimentas tradicionais que os noivos e alguns padrinhos trajavam. Todos os convidados no círculo enviavam boas energias, e repetiam: "Que assim seja, que assim será".

Mesmo debaixo de forte neblina, a cerimônia emanava um brilho e uma luz de um caminho daqueles que se encontraram com a mãe terra e seu amor.





E para encerrar o final de semana abençoado, houve a cerimônia de encerramento com a Tânia Gori e os demais participantes em forma de círculo ao lado do caldeirão.

O final se deu cheio de gratidões, amor, abraços, sentimentos e conexão com a vida.

Quem compareceu sentiu-se revigorado, energizado, amado e afagado pela mãe terra e por todos os deuses.

A sensação de fluir como a água, explodir como o fogo, voar como o ar e enraizar-se como a terra é uma sensação única, é ser, é amar a vida e o planeta, é carregar todo esse poder do bem que alimenta nosso mundo.

Enfim, valeu a experiência pela segunda vez.

Uma semana abençoada a todos.

   Texto: Mandy Brambilla           
Imagens: Tomh Gears Fotografia 

domingo, 5 de abril de 2015

Texto e imagens: Ribas Machado


É...
Pois é...
Quem acompanha o Blog, sabe que tempos atrás, quando, vitimado por uma atitude boçal (de muitas), perpetrada por imbecis fardados (vale a separação/diferenciação/especificação, pois não consigo chamar estas, específicas pessoas, de Policiais) acaso destacados pra acompanhar uma certa manifestação, no momento em que já não aguentava mais o Gás, e a visão já estava quadruplicada, eu fora salvo por uma guria que havia saído de casa pra salvar uns amigos, vítimas das mesmas bombas sem sentido, e acabou dando "asilo político" para quem foi sugado (ou conseguiu se deixar sugar) no vácuo gerado pela porta de metal aberta na portaria do edifício...

Pois bem, neste dia, acabei conhecendo a guria, os amigos e outros que estavam no apartamento vendo o passar da manifestação (MUITO) pacífica, todos ligados à trupes e bandas musicais, circenses e ligadas às artes em geral...

Desde então estou devendo a presença em um show ou apresentação deles e, dia 04 de março de 2015, surgiu a oportunidade, pois ocorreu o evento...


Que chamava para o show...


Oportunidade + Moçada batuta + Musicas da Tropicália + Bar na Vila Madalena + Sábado sem chuva = FUI!!

Lá chegando a primeira impressão é daqueles bares de seriado/filme (norte) americano de suspense/terror, ainda bem que não era em um beco, senão... hehhehe





Aí, quando se passa pelo segurança e pela porta pesada...

Surgem alguns lances de escada...
(parei no meio do caminho, olhei pra trás, pensei bem, mas resolvi encarar o desafio... -pra variar-)



E, confesso, não me arrependi...
  • Seja pq no local (por razões variadas, muitas delas, ligadas ao acaso) estavam várias pessoas da "rua" (mídias, fotógrafos, manifestantes até) o que tornou o papo pré e pós show bem interessante; 
  • Seja pq o bar estava cheio de gente sossegada e bonita;
  • Seja pq o preço de entrada era bem honesto;
  • Seja pq curto muito as músicas do período destacado;
  • Seja pq pude (e os que estavam comigo também puderam) desestressar do dia a dia;
  • Seja pq a banda tinha bastante presença de palco e fez um show que realmente pode ser chamado de SHOW;



- Tá bom que o sistema de som da Casa não é dos melhores (e com isso todos os vídeos que fiz acabaram com o som estourado ou muito ruim);
- Tá que o sistema de ar condicionado da Casa não é dos melhores (muito embora a banda tenha conseguido levar MUITA gente pro show, o que não ajudou na ventilação hehehe);
- Tá que o cardápio estava com preços mais no estilo daquele show multi palco, que rolou semanas atrás, em grande velocidade, do que com preços da velha Vila Mada (que eu conheci), mas talvez eu esteja desatualizado...
Mas nada disso atrapalhou a noite bastante batuta e agradável!!

E a própria casa tem um astral/visual bem legal!!


Qualquer dia reapareço (ou na casa ou em algum outro show da banda -que gostei muito-)


Até a próxima...






sábado, 14 de fevereiro de 2015

Texto e Imagens: Ribas Machado


Já dizia o Chico (aquele Buarque -que, na nossa humilde opinião, podia voltar a fazer mais música e menos panfletagem-)

"Eu sou seresteiro, Poeta e cantor.
O meu tempo inteiro Só zombo do amor.
Eu tenho um pandeiro.
Só quero um violão.
Eu nado em dinheiro.
Não tenho um tostão.
Fui porta-estandarte, não sei mais dançar.
Eu, modéstia à parte, nasci pra sambar.
Eu sou tão menina...
Meu tempo passou...
Eu sou Colombina!
Eu sou Pierrô!

Mas é Carnaval!"

Pois é...
É carnaval...
Todo mundo só fala sobre isto...
Nós até tentamos ficar de fora.
Mas passeando pelas redes sociais, trombamos com um post, de um mídia ativista, que acabava remetendo para o evento:


Aí pensamos: 
  • Nome batuta (check!);
  • De madrugada (check!);
  • 1ª Saída, do (autoproclamado -nós não verificamos/pesquisamos esta informação-) 1º Bloco da Madrugada de Sampa (check!);
  • Ainda não cobrimos nada relacionado ao carnaval.
Aí passamos os olhos na letra da marchinha (vocês já já poderão ler e OUVIR também).

Pensamos um pouco... (O tédio, em casa, imperava)

Pensamos mais um pouco... Tentamos achar outras opções para vencer o tédio (até servir de ombro amigo pra uma guria, figurinha especial, parecia mais interessante do que qualquer coisa ligada ao carnaval)

Aí paramos de pensar e resolvemos encarar a cobertura/passeio, até pq, mesmo que para muitos, este bloco de carnaval pudesse estar pegando carona e se aproveitando da situação atual das manifestações, bem ou mal, se aproveitando ou não, dos mais de 300 blocos que tem surgido, ele foi o único que HOMENAGEOU o momento, então...  

Borandar e homenagear o bloco também...

E lá fomos nós (eu)!

Cheguei por volta das 23h15, mal desci na estação Bandeira e já dava pra ouvir a música...

Trilhei o caminho clássico, andei, subi escada e cheguei na Praça Ramos...

Olhei pra cima...


Lembrei do que normalmente tem rolado por aqui...


Mas aí fui descendo o olhar...


E tive certeza que hoje seria diferente... (menos drama e mais alegria)


Porém...

Quando estava começando a entrar no clima, 23h53, o trio elétrico toca...


E então já sou remetido de novo pra "rua" e, em especial, para a "Ocupação Cultural Ouvidor 63" (que, por acaso, se já não bastasse estar em vias de sofrer uma reintegração de posse, também está passando por um momento clássico, em toda ocupação que dura muito, ou seja, brigas e mais brigas...), onde tive o prazer de ouvir pela primeira vez a música acima... Lembram?? Não?? Ok, eu ajudo...


O pensamento viajava e a curiosidade, sobre o destino desse grupo/banda acima, se fazia fortemente presente, quando o Bloco começou a se organizar pra andar e, eu, voltei pro momento atual...


E junto com o início do bloco, iniciei a caminhada...


Fui acompanhando a movimentação (e me movimentando junto)


Aproveitei pra registrar uma camiseta batuta, homenageando o jornalista mexicano Ricardo Flores Magón e uma de suas muitas frases ("La rebeldia es la vida, lá sumisión es la muerte")


Até que chegou a hora da marchinha oficial...

Peguei minha letra...


 E fiquei acompanhando...


 Enquanto o bloco ia avançando feliz e sem vandalismo hehehe

 

Literalmente sambando na cara da Prefeitura...


E avançando em direção à rua Direita (onde entraria e seguiria até por volta das 2h00, quando seria finalizado lá no Municipal... -pelo menos este foi o roteiro que vazou, mas, vai saber se não era um roteiro falso pra enganar a PM não é mesmo? hehehe-)

 

Fui andando junto...

Registrando cartazes com palavras de ordem (anarco capitalistas hehehehe -que eram, na verdade, uma propaganda batuta de um "isopor de cerveja"-)


E fomos andando até que o ato deu uma parada/pausa antes de entrar na Rua Direita...


Aproveitei para fazer algumas imagens que gosto...

 

Algumas imagens que gostei... (com uma porta estandarte envergonhada que escondia o rosto mais que black bloc heheheh -brincadeirinha-)

 
 
 Registrei a GCM (que estava presente, parada naquele ponto com cara P&B -não vi andar-)


Ouvi um dos organizadores (quando ele finalmente parou quieto hehehe)



E, enquanto o bloco voltava a andar (feliz e tranquilo), entrando Rua Direita a dentro...


Encerrei os trabalhos e voltei pra casa...

Ano que vem voltarei, só que mais no pique e sem ser "a trabalho"...

Dessa vez, estava sem clima e meio que me sentindo na praia errada, mas como fui matar a curiosidade (minha e de vocês) e cobrir a histórica 1ª saída, do (auto intitulado) 1º bloco de carnaval (com tema da rua) da Madrugada de Sampa, então a minha praia não interessava, o que interessava mesmo era o evento em si e, este foi bem batuta, bem organizado, pensado, montado e merece uma estrelinha dourada no boletim heheheh

Até a próxima!!!










F.A.Q.

FAQ (tchau O.I. oi Nerd na Trip)

Agora que consegui sentar e sossegar bora tirar dúvidas da patota...

Quer saber as novidades em 1ª mão???

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